No caso de contribuintes participantes de consórcios de imóveis, também precisam relacioná-los na declaração deste ano
Quem precisa fazer a declaração do imposto de renda 2011 deve se apressar. O prazo para a entrega da declaração de rendimentos obtidos no ano base de 2010 termina no dia 29 de abril. No caso de contribuintes participantes de consórcios de imóveis, também precisam relacioná-los na declaração deste ano. Leia a seguir dicas do contador Ney Macarini, que trabalha na empresa de consórcios de imóveis Ademilar:
Para os consorciados ainda não contemplados devem fazer a declaração na tabela de bens e direitos, com o código de número 95. Também não devem se esquecer de relacionar no histórico, o valor total pago durante o ano de 2010, e somar essa quantia ao saldo de 2009 para 2010, se for necessário.
No caso dos consorciados contemplados, mas que ainda não fizeram uso do crédito, devem fazer a declaração também na tabela de bens e direitos. Declare a contemplação em detalhes no campo “discriminação”, informando sobre seu grupo, data de entrada e de quando foi contemplado, além de quanto foi gasto em prestações.
Por último, os clientes contemplados e que realizaram a alienação do imóvel precisam informar os dados o total do saldo devedor na tabela de dívidas e ônus reais. A declaração deve se basear no valor pago. O contribuinte também precisa discriminar os dados do imóvel,como o valor, número de matrícula e endereço em “bens e direitos”.
Fonte: www.impostoderenda.org. |
quarta-feira, 6 de abril de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
Aquecido, mercado de imóvel comercial se destaca como opção de investir
O investimento em imóveis comerciais no Brasil está em alta, tanto que chegou a atingir o volume recorde de US$ 3,4 bilhões no último trimestre de 2010.
O diretor-geral de Comercialização e Marketing do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Luiz Fernando Gambi, disse que o cenário de estabilidade econômica e de juros relativamente menores no mercado financeiro é propício ao investimento em imóvel. “No passado, era difícil competir com uma renda fácil e acessível de aplicações financeiras”, disse ele, que mantém dois terços de sua carteira de investimentos em imóveis e o restante, em ações.
De acordo com o diretor presidente da Vitacon – incorporadora focada em bairros nobres de São Paulo -, Alexandre Lafer Frankel, o cenário é positivo por conta da perspectiva de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), que torna a demanda por negócios e, consequentemente, por imóveis comerciais, mais forte.
Foco na locação
Em relação a quem compra imóvel para alugar, ele disse que a taxa de vacância é a menor da história, em torno de 4%. “Está faltando espaço para novas empresas”, disse ele, acrescentando que é preciso cuidado na hora de investir, já que, quando se fala que a vacância está baixa, isso é universal, o que significa que podem existir locais onde há imóveis comerciais, mas a demanda para locar é baixa.
Por isso, na hora de investir em imóvel comercial para locar, a orientação que ele dá é que a pessoa identifique se há infraestrutura ao redor, como transporte público, por exemplo, e analisar se irá ter retorno, ou qual é o preço do aluguel nas redondezas.
As oportunidades em imóveis comerciais, de acordo com ele, estão hoje em bairros que eram originalmente residenciais, mas que agora estão recebendo cada vez mais escritórios e salas comerciais. “Pelo trânsito, as pessoas não conseguem mais se locomover facilmente, então vejo oportunidade em imóveis de bairros como Moema, Itaim e Mooca”.
Outra oportunidade está em bairros cuja possibilidade de lançamentos de imóveis comerciais está se esgotando. “O zoneamento limitou a quantidade de novos empreendimentos no mercado. Em bairros que saturaram ou estão próximos de saturar, a não possibilidade de novos lançamentos faz com que o imóvel seja único”, afirmou, citando como bairros que se encaixam neste perfil Pinheiros, Vila Olímpia, Barra Funda, Higienópolis e Ipiranga.
Ganhos x custos
De acordo com Frankel, o imóvel comercial tem uma liquidez maior do que o residencial. Além disso, o investidor das unidades para negócios tende a buscar um retorno mais elevado com o aluguel, de 0,8% a 1% do valor da propriedade, ante 0,6% a 0,8% com a unidade residencial. “Isso faz com que o investidor tenha predileção pelo comercial, embora o residencial traga retorno e seja boa opção, principalmente o de pequena metragem”, ponderou.
Em relação aos custos, a responsabilidade geralmente fica a cargo do inquilino, no caso do IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) e condomínio. Isso significa que o retorno de até 1% com a propriedade comercial é líquido.
Sobre em que tipo de imóvel comercial apostar, Frankel diz que como São Paulo está cada vez mais se consolidando como uma metrópole de serviços, o escritório modular é uma boa opção, já que atende desde um profissional liberal até uma pequena empresa. “Tem um número maior de clientes finais”.
Na região metropolitana de São Paulo, o mais comum são imóveis comerciais para varejo (lojas), lajes corporativas (para empresas de peso) e offices (escritórios modulares e salas comerciais).
Venda x locação
Em relação à opção de comprar um imóvel para alugar ou para vender, Gambi, do Secovi, disse que a escolha depende do perfil do investidor. “O que pensa em longo prazo deve alugar. Quem quer lucro mais rápido deve comprar e vender”, explicou.
Mas, quando se faz a compra para vender, ele indicou que o investidor analise com ainda mais cuidado quanto o imóvel vai valorizar, se essa projeção está acima de outras aplicações financeiras. Esses aplicadores são aqueles que adquirem o imóvel na planta, esperam a construção e vendem.
“Quando você compra, tem uma valorização real de 5% a 10%, mas o investidor assume o risco de um projeto de dois anos e meio a três anos de construção”.
De acordo com Gambi, o investimento em imóveis é para todo o tipo de aplicador. “A única desvantagem é que não entra e sai rápido”, afirmou, dizendo ainda que, na hora de vender a unidade, pode-se ter a incidência de uma corretagem. Entre as vantagens, ele aponta a segurança de você ter uma patrimônio e não ter a tentação de gastar, como aquele dinheiro guardado na poupança.
Por: Flávia Furlan Nunes
10/02/11 - 18h30
InfoMoney
O diretor-geral de Comercialização e Marketing do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Luiz Fernando Gambi, disse que o cenário de estabilidade econômica e de juros relativamente menores no mercado financeiro é propício ao investimento em imóvel. “No passado, era difícil competir com uma renda fácil e acessível de aplicações financeiras”, disse ele, que mantém dois terços de sua carteira de investimentos em imóveis e o restante, em ações.
De acordo com o diretor presidente da Vitacon – incorporadora focada em bairros nobres de São Paulo -, Alexandre Lafer Frankel, o cenário é positivo por conta da perspectiva de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), que torna a demanda por negócios e, consequentemente, por imóveis comerciais, mais forte.
Foco na locação
Em relação a quem compra imóvel para alugar, ele disse que a taxa de vacância é a menor da história, em torno de 4%. “Está faltando espaço para novas empresas”, disse ele, acrescentando que é preciso cuidado na hora de investir, já que, quando se fala que a vacância está baixa, isso é universal, o que significa que podem existir locais onde há imóveis comerciais, mas a demanda para locar é baixa.
Por isso, na hora de investir em imóvel comercial para locar, a orientação que ele dá é que a pessoa identifique se há infraestrutura ao redor, como transporte público, por exemplo, e analisar se irá ter retorno, ou qual é o preço do aluguel nas redondezas.
As oportunidades em imóveis comerciais, de acordo com ele, estão hoje em bairros que eram originalmente residenciais, mas que agora estão recebendo cada vez mais escritórios e salas comerciais. “Pelo trânsito, as pessoas não conseguem mais se locomover facilmente, então vejo oportunidade em imóveis de bairros como Moema, Itaim e Mooca”.
Outra oportunidade está em bairros cuja possibilidade de lançamentos de imóveis comerciais está se esgotando. “O zoneamento limitou a quantidade de novos empreendimentos no mercado. Em bairros que saturaram ou estão próximos de saturar, a não possibilidade de novos lançamentos faz com que o imóvel seja único”, afirmou, citando como bairros que se encaixam neste perfil Pinheiros, Vila Olímpia, Barra Funda, Higienópolis e Ipiranga.
Ganhos x custos
De acordo com Frankel, o imóvel comercial tem uma liquidez maior do que o residencial. Além disso, o investidor das unidades para negócios tende a buscar um retorno mais elevado com o aluguel, de 0,8% a 1% do valor da propriedade, ante 0,6% a 0,8% com a unidade residencial. “Isso faz com que o investidor tenha predileção pelo comercial, embora o residencial traga retorno e seja boa opção, principalmente o de pequena metragem”, ponderou.
Em relação aos custos, a responsabilidade geralmente fica a cargo do inquilino, no caso do IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) e condomínio. Isso significa que o retorno de até 1% com a propriedade comercial é líquido.
Sobre em que tipo de imóvel comercial apostar, Frankel diz que como São Paulo está cada vez mais se consolidando como uma metrópole de serviços, o escritório modular é uma boa opção, já que atende desde um profissional liberal até uma pequena empresa. “Tem um número maior de clientes finais”.
Na região metropolitana de São Paulo, o mais comum são imóveis comerciais para varejo (lojas), lajes corporativas (para empresas de peso) e offices (escritórios modulares e salas comerciais).
Venda x locação
Em relação à opção de comprar um imóvel para alugar ou para vender, Gambi, do Secovi, disse que a escolha depende do perfil do investidor. “O que pensa em longo prazo deve alugar. Quem quer lucro mais rápido deve comprar e vender”, explicou.
Mas, quando se faz a compra para vender, ele indicou que o investidor analise com ainda mais cuidado quanto o imóvel vai valorizar, se essa projeção está acima de outras aplicações financeiras. Esses aplicadores são aqueles que adquirem o imóvel na planta, esperam a construção e vendem.
“Quando você compra, tem uma valorização real de 5% a 10%, mas o investidor assume o risco de um projeto de dois anos e meio a três anos de construção”.
De acordo com Gambi, o investimento em imóveis é para todo o tipo de aplicador. “A única desvantagem é que não entra e sai rápido”, afirmou, dizendo ainda que, na hora de vender a unidade, pode-se ter a incidência de uma corretagem. Entre as vantagens, ele aponta a segurança de você ter uma patrimônio e não ter a tentação de gastar, como aquele dinheiro guardado na poupança.
Por: Flávia Furlan Nunes
10/02/11 - 18h30
InfoMoney
Imóvel sem escritura? Veja quais são as alternativas para conseguir o documento
Diversos são os motivos que fazem com que uma pessoa compre e mantenha por anos um imóvel sem escritura, com o chamado Contrato de Gaveta. Muitas vezes, passam-se décadas e a pessoa não tem problema algum com isso, até a hora em que ela decide vender o imóvel.
A venda de um terreno, casa ou apartamento sem escritura é complicada. Isso porque há certa dificuldade de encontrar compradores, visto que muitas imobiliárias não fazem a intermediação da venda de bens nesta situação, bem como muitos bancos não aceitam financiar este tipo de imóvel, o que obriga o proprietário a ir atrás do documento.
“Quem não registra não é dono. Às vezes, a pessoa acaba protelando por falta de dinheiro, já que a escritura custa cerca de 4% do valor do imóvel, outras acreditam que nunca irão vender... Entretanto, quando passa muito tempo e a pessoa decide ir atrás da escritura, ela encontra diversas dificuldades, como não encontrar o dono antigo ou até mesmo saber que a pessoa faleceu e o imóvel acabou no inventário”, diz a diretora de imóveis usados da vice-presidência, comercialização e marketing do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Roseli Hernandes.
Alternativas
De acordo com Roseli, procurar o antigo dono ou os herdeiros, se este for o caso, para lavrar a escritura é a alternativa mais simples.
Para isso, explica a especialista em direito imobiliário do escritório Mesquita Pereira, Marcelino, Almeida, Esteves Advogados, Dra. Rita de Cássia Serra Negra, a pessoa necessitará, além da presença das partes, de um título de compra, que comprove a negociação de compra e venda, para registrar o imóvel.
Se o antigo dono ou herdeiros não forem encontrados, ou se o atual proprietário não tiver posse de nenhum documento que comprove que ele comprou o imóvel, a alternativa para lavrar uma escritura passa a ser a Justiça, sendo que, neste caso, diz Roseli, o mais comum é mover uma ação de usucapião.
Usucapião
Segundo Rita, existem vários tipos de ações de usucapião, que variam conforme as características do imóvel, tamanho e se é urbano ou rural, por exemplo.
Atualmente, diz ela, as ações de usucapião para imóveis urbanos de até 250 metros são as mais utilizadas por quem quer obter a escritura de um imóvel. Neste caso, diz ela, basta que a pessoa comprove, por meio de contas, fotos e testemunhas, que reside na propriedade há pelo menos cinco anos, para conseguir o documento.
Contudo, alerta, o processo não é rápido, visto que é preciso citar as várias partes envolvidas na ação, demorando, em média, no mínimo um ano. No que diz respeito aos custos, diz a advogada, caso a pessoa não opte pela defensoria pública, os gastos iniciais giram em torno de 1% do valor do imóvel.
Por: Gladys Ferraz Magalhães
11/03/11 - 11h44
InfoMoney
A venda de um terreno, casa ou apartamento sem escritura é complicada. Isso porque há certa dificuldade de encontrar compradores, visto que muitas imobiliárias não fazem a intermediação da venda de bens nesta situação, bem como muitos bancos não aceitam financiar este tipo de imóvel, o que obriga o proprietário a ir atrás do documento.
“Quem não registra não é dono. Às vezes, a pessoa acaba protelando por falta de dinheiro, já que a escritura custa cerca de 4% do valor do imóvel, outras acreditam que nunca irão vender... Entretanto, quando passa muito tempo e a pessoa decide ir atrás da escritura, ela encontra diversas dificuldades, como não encontrar o dono antigo ou até mesmo saber que a pessoa faleceu e o imóvel acabou no inventário”, diz a diretora de imóveis usados da vice-presidência, comercialização e marketing do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Roseli Hernandes.
Alternativas
De acordo com Roseli, procurar o antigo dono ou os herdeiros, se este for o caso, para lavrar a escritura é a alternativa mais simples.
Para isso, explica a especialista em direito imobiliário do escritório Mesquita Pereira, Marcelino, Almeida, Esteves Advogados, Dra. Rita de Cássia Serra Negra, a pessoa necessitará, além da presença das partes, de um título de compra, que comprove a negociação de compra e venda, para registrar o imóvel.
Se o antigo dono ou herdeiros não forem encontrados, ou se o atual proprietário não tiver posse de nenhum documento que comprove que ele comprou o imóvel, a alternativa para lavrar uma escritura passa a ser a Justiça, sendo que, neste caso, diz Roseli, o mais comum é mover uma ação de usucapião.
Usucapião
Segundo Rita, existem vários tipos de ações de usucapião, que variam conforme as características do imóvel, tamanho e se é urbano ou rural, por exemplo.
Atualmente, diz ela, as ações de usucapião para imóveis urbanos de até 250 metros são as mais utilizadas por quem quer obter a escritura de um imóvel. Neste caso, diz ela, basta que a pessoa comprove, por meio de contas, fotos e testemunhas, que reside na propriedade há pelo menos cinco anos, para conseguir o documento.
Contudo, alerta, o processo não é rápido, visto que é preciso citar as várias partes envolvidas na ação, demorando, em média, no mínimo um ano. No que diz respeito aos custos, diz a advogada, caso a pessoa não opte pela defensoria pública, os gastos iniciais giram em torno de 1% do valor do imóvel.
Por: Gladys Ferraz Magalhães
11/03/11 - 11h44
InfoMoney
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Residencial Pará - Aluguel 950,00 3 Qtos 1 Suite
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Em menor escala, otimismo ainda permanece entre empresários da construção
14/12/10 - 09h34
InfoMoney
SÃO PAULO – Os empresários da construção civil continuam otimistas, porém em escala menor.
Segundo levantamento realizado pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e pela FGV (Fundação Getulio Vargas), o indicador que mede a percepção dos empresários sobre o desempenho atual das construtoras marcou 55,9 pontos, o que representa queda de 5,6% em relação ao trimestre passado.
Em todo o caso, o indicador de desempenho das empresas chega ao final de 2010 no maior patamar registrado em um mês de novembro desde que a pesquisa é realizada. Em um ano, a elevação é de 0,2%.
É importante ressaltar que, em uma escala de 0 a 100 pontos, os resultados acima de 50 pontos denotam otimismo ou percepção favorável e abaixo de 50 pontos pessimismo ou perspectiva desfavorável.
Alta dos preços
A pesquisa afirma ainda que, em contraposição ao bom desempenho das construtoras, acentuou-se entre os empresários do setor a preocupação com uma possível alta nos preços dos insumos da construção. Na sondagem, a expectativa de evolução dos custos teve 39,8 pontos, o que indica pessimismo.
Esse resultado é 4,6% menor do que o mensurado no trimestre anterior.
Atuais dificuldades financeiras
Segundo o levantamento, houve baixa de 3% no indicador de dificuldades financeiras, chegando a 52,2 pontos.
Nos últimos 12 meses, este parâmetro já acumula alta de 1,8%. Vale notar que, desde novembro de 2009, o indicador atingiu um patamar acima de 50 pontos (neste caso, é o contrário: pontuações acima de 50 denotam pessimismo ou perspectiva desfavorável).
Já o indicador que mede a percepção dos empresários sobre Desempenho Futuro das Empresas registrou 59,8 pontos, indicando otimismo.
O estudo registrou ainda que os empresários estão um pouco menos otimistas em relação à Expectativa de Sucesso na Condução da Política Econômica, com 51,3 pontos, enquanto a expectativa de crescimento econômico registrou 59,7 pontos, recuo de 4,4%, frente ao trimestre anterior.
InfoMoney
SÃO PAULO – Os empresários da construção civil continuam otimistas, porém em escala menor.
Segundo levantamento realizado pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e pela FGV (Fundação Getulio Vargas), o indicador que mede a percepção dos empresários sobre o desempenho atual das construtoras marcou 55,9 pontos, o que representa queda de 5,6% em relação ao trimestre passado.
Em todo o caso, o indicador de desempenho das empresas chega ao final de 2010 no maior patamar registrado em um mês de novembro desde que a pesquisa é realizada. Em um ano, a elevação é de 0,2%.
É importante ressaltar que, em uma escala de 0 a 100 pontos, os resultados acima de 50 pontos denotam otimismo ou percepção favorável e abaixo de 50 pontos pessimismo ou perspectiva desfavorável.
Alta dos preços
A pesquisa afirma ainda que, em contraposição ao bom desempenho das construtoras, acentuou-se entre os empresários do setor a preocupação com uma possível alta nos preços dos insumos da construção. Na sondagem, a expectativa de evolução dos custos teve 39,8 pontos, o que indica pessimismo.
Esse resultado é 4,6% menor do que o mensurado no trimestre anterior.
Atuais dificuldades financeiras
Segundo o levantamento, houve baixa de 3% no indicador de dificuldades financeiras, chegando a 52,2 pontos.
Nos últimos 12 meses, este parâmetro já acumula alta de 1,8%. Vale notar que, desde novembro de 2009, o indicador atingiu um patamar acima de 50 pontos (neste caso, é o contrário: pontuações acima de 50 denotam pessimismo ou perspectiva desfavorável).
Já o indicador que mede a percepção dos empresários sobre Desempenho Futuro das Empresas registrou 59,8 pontos, indicando otimismo.
O estudo registrou ainda que os empresários estão um pouco menos otimistas em relação à Expectativa de Sucesso na Condução da Política Econômica, com 51,3 pontos, enquanto a expectativa de crescimento econômico registrou 59,7 pontos, recuo de 4,4%, frente ao trimestre anterior.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Exclusividade Portal da Selva, área ideal para barracões, e Edificios Classe C e D. só R$ 39 o m2.
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
O Brasil será destaque no SIMA 2011
O Brasil será o país convidado no Salão Imobiliário de Madri, considerado o maior do mundo e onde temos uma tradicional participação desde 2005. Nossa empresa, Taurus Marketing - especializada em eventos para o setor imobiliário no Brasil e no exterior, está coordenando com a organização do evento uma série de ações como: Visistas técnicas, Congresso, Rodada de Negócios, Speed Networking e Coletiva de Imprensa.
Modelo para o Salão Imobiliário São Paulo - SISP, o SIMA é uma referência e mesmo após a crise espanhola continua sendo uma excelente oportunidade de conhecimento e referências para os profissionais e investidores deste setor.
Conheça um pouco mais sobre o evento: www.simaexpo.com
SIMA 2011: 19 a 22/5/2011
Modelo para o Salão Imobiliário São Paulo - SISP, o SIMA é uma referência e mesmo após a crise espanhola continua sendo uma excelente oportunidade de conhecimento e referências para os profissionais e investidores deste setor.
Conheça um pouco mais sobre o evento: www.simaexpo.com
SIMA 2011: 19 a 22/5/2011
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Cautela e caldo de galinha...
Algumas incorporadoras têm oferecido seus imóveis através da internet, ou diretamente, sem a participação de Corretores de Imóveis
Quarta-feira, 3 de novembro de 2010 16:50
Algumas incorporadoras têm oferecido seus imóveis através da internet, ou diretamente, sem a participação de Corretores de Imóveis. E há quem tente se "aproveitar" de profissionais de outros ramos. A mais absurda ficou por conta de uma empresa que pretendia oferecê-los por intermédio de vendedoras de calcinhas e soutiens (sutians).
Tais atitudes são ilegais, imorais e antiéticas. Demonstram falta de respeito à concorrência, aos profissionais e empresas do ramo e à própria sociedade.
A profissão de Corretor de Imóveis é regida pela Lei 6.530/78. Vender imóveis é ação profissional legal que só compete a quem tem formação técnica e é regularmente inscrito/a no CRECI.
Instituído por lei em 27 de agosto de 1962, o Sistema COFECI-CRECI - um Conselho Federal e 25 Conselhos Regionais em todo o país - defende a sociedade normatizando, orientando e fiscalizando a atividade imobiliária. Com poderes outorgados pela Lei, o Sistema zela pelo comportamento ético de seus inscritos e coíbe o exercício ilegal da profissão, definido legalmente como "contravenção penal".
Para ser Corretor de Imóveis, o interessado tem de passar por um curso de Técnico em Transações Imobiliárias de nível médio ou superior, além de um estágio profissionalizante.
A complexidade que envolve as negociações imobiliárias hoje em dia, seja na compra, venda ou locação, exige qualificação técnica que só um curso de formação específica pode proporcionar.
Por isso, é muito arriscado negociar imóveis sem a assistência de um Corretor de Imóveis ou de uma imobiliária.
Quem for comprar imóvel deve olhar com restrições empresas incorporadoras que tentam "empurrar" seus produtos (imóveis) através da internet, ou diretamente, sem a participação de um Corretor de Imóveis ou imobiliária. Algo de errado pode estar acontecendo. Não queremos no Brasil outra ENCOL. Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém.
Fonte:João Teodoro da Silva
Presidente do Sistema COFECI-CRECI
Quarta-feira, 3 de novembro de 2010 16:50
Algumas incorporadoras têm oferecido seus imóveis através da internet, ou diretamente, sem a participação de Corretores de Imóveis. E há quem tente se "aproveitar" de profissionais de outros ramos. A mais absurda ficou por conta de uma empresa que pretendia oferecê-los por intermédio de vendedoras de calcinhas e soutiens (sutians).
Tais atitudes são ilegais, imorais e antiéticas. Demonstram falta de respeito à concorrência, aos profissionais e empresas do ramo e à própria sociedade.
A profissão de Corretor de Imóveis é regida pela Lei 6.530/78. Vender imóveis é ação profissional legal que só compete a quem tem formação técnica e é regularmente inscrito/a no CRECI.
Instituído por lei em 27 de agosto de 1962, o Sistema COFECI-CRECI - um Conselho Federal e 25 Conselhos Regionais em todo o país - defende a sociedade normatizando, orientando e fiscalizando a atividade imobiliária. Com poderes outorgados pela Lei, o Sistema zela pelo comportamento ético de seus inscritos e coíbe o exercício ilegal da profissão, definido legalmente como "contravenção penal".
Para ser Corretor de Imóveis, o interessado tem de passar por um curso de Técnico em Transações Imobiliárias de nível médio ou superior, além de um estágio profissionalizante.
A complexidade que envolve as negociações imobiliárias hoje em dia, seja na compra, venda ou locação, exige qualificação técnica que só um curso de formação específica pode proporcionar.
Por isso, é muito arriscado negociar imóveis sem a assistência de um Corretor de Imóveis ou de uma imobiliária.
Quem for comprar imóvel deve olhar com restrições empresas incorporadoras que tentam "empurrar" seus produtos (imóveis) através da internet, ou diretamente, sem a participação de um Corretor de Imóveis ou imobiliária. Algo de errado pode estar acontecendo. Não queremos no Brasil outra ENCOL. Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém.
Fonte:João Teodoro da Silva
Presidente do Sistema COFECI-CRECI
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Mutuário deve ter desconto ao pagar adiantado parcelas de financiamento
29/10/10 - 10h25
InfoMoney
SÃO PAULO - O mutuário que decide antecipar ou mesmo liquidar o pagamento do financiamento imobiliário tem direito a desconto na taxa de juros, segundo alerta a Amspa (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências).
De acordo com a entidade, a medida vale para todo o tipo de financiamento e é assegurada tanto pelo BC (Banco Central) como pelo artigo 52 do CDC (Código de Defesa do Consumidor).
O benefício, diz a Associação, é válido apenas para os contratos firmados depois de dezembro de 2007, sendo que os bancos devem fornecer uma planilha de cálculo simples e clara da evolução do débito, conforme observa o artigo 6º do CDC.
O consumidor lesado pode registrar reclamação junto ao Banco Central, entrar com ação no Juizado Especial de Pequenas Causas ou ainda na Justiça Comum.
Cuidados
Ainda na opinião da Amspa, para evitar dores de cabeça e prejuízos causados por cálculos errados, antes de quitar o débito, o mutuário deve procurar o auxílio de um profissional especializado.
Além do abatimento dos juros, quando o devedor resolver antecipar o pagamento da dívida, ele deve observar se foram descontados outros acréscimos embutidos na prestação do financiamento, tais como a taxa de administração e risco do crédito, seguros, multas, correção monetária projetada, entre outros tributos.
Feito isso, observa a entidade, o mutuário deve aguardar a proposta do banco para comparar com os cálculos feitos pelo profissional contratado e compará-los para decidir qual o mais vantajoso para si.
“Sem precipitação, o proprietário do imóvel deve aguardar calmamente que a instituição financeira apresente seus cálculos, pois pode ser mais vantajosos do que o que ele já tinha”, explica o presidente da Associação, Marco Aurélio Luz.
InfoMoney
SÃO PAULO - O mutuário que decide antecipar ou mesmo liquidar o pagamento do financiamento imobiliário tem direito a desconto na taxa de juros, segundo alerta a Amspa (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências).
De acordo com a entidade, a medida vale para todo o tipo de financiamento e é assegurada tanto pelo BC (Banco Central) como pelo artigo 52 do CDC (Código de Defesa do Consumidor).
O benefício, diz a Associação, é válido apenas para os contratos firmados depois de dezembro de 2007, sendo que os bancos devem fornecer uma planilha de cálculo simples e clara da evolução do débito, conforme observa o artigo 6º do CDC.
O consumidor lesado pode registrar reclamação junto ao Banco Central, entrar com ação no Juizado Especial de Pequenas Causas ou ainda na Justiça Comum.
Cuidados
Ainda na opinião da Amspa, para evitar dores de cabeça e prejuízos causados por cálculos errados, antes de quitar o débito, o mutuário deve procurar o auxílio de um profissional especializado.
Além do abatimento dos juros, quando o devedor resolver antecipar o pagamento da dívida, ele deve observar se foram descontados outros acréscimos embutidos na prestação do financiamento, tais como a taxa de administração e risco do crédito, seguros, multas, correção monetária projetada, entre outros tributos.
Feito isso, observa a entidade, o mutuário deve aguardar a proposta do banco para comparar com os cálculos feitos pelo profissional contratado e compará-los para decidir qual o mais vantajoso para si.
“Sem precipitação, o proprietário do imóvel deve aguardar calmamente que a instituição financeira apresente seus cálculos, pois pode ser mais vantajosos do que o que ele já tinha”, explica o presidente da Associação, Marco Aurélio Luz.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Material de construção destinado a casas populares pode ser isento de PIS/Pasep
Material destinado à construção ou reforma de casas populares poderá ser isento de contribuições para o PIS (Programa de Integração Social) e Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), caso um projeto de lei que tramita no Senado seja aprovado.
A proposta (PL 141/10), de autoria do senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS), autoriza o Executivo a reduzir a zero as alíquotas das contribuições incidentes sobre a receita bruta decorrente da venda de material de construção destinados a programas habitacionais, segundo a Agência Senado.
De acordo com o relator da proposta, senador Papaléo Paes (PSDB-AP), a redução dos custos na construção de imóveis contribuirá para que a população mais carente tenha acesso à casa própria.
Tramitação
A proposta deve ser votado na CDR (Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo) do Senado, na próxima quinta-feira (4).
Após a aprovação pela Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo, o projeto será examinado pela CAE (Comissão de Assuntos Econômicos).
Fonte: Infomoney
A proposta (PL 141/10), de autoria do senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS), autoriza o Executivo a reduzir a zero as alíquotas das contribuições incidentes sobre a receita bruta decorrente da venda de material de construção destinados a programas habitacionais, segundo a Agência Senado.
De acordo com o relator da proposta, senador Papaléo Paes (PSDB-AP), a redução dos custos na construção de imóveis contribuirá para que a população mais carente tenha acesso à casa própria.
Tramitação
A proposta deve ser votado na CDR (Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo) do Senado, na próxima quinta-feira (4).
Após a aprovação pela Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo, o projeto será examinado pela CAE (Comissão de Assuntos Econômicos).
Fonte: Infomoney
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Dicas importantes na hora de comprar materias para construção.
Comprar material de construção requer alguns cuidados. Sempre que possível, consulte um profissional da área, capaz de orientá-lo. Realize uma pesquisa de preços junto às lojas ou por meio de cadernos especializados de jornais e revistas. Veja abaixo algumas dicas sobre materiais que compõem a estrutura da construção.
• Cimento e areia
Verifique o prazo de validade na embalagem do cimento, evitando adquiri-lo com muita antecedência. É comum esse material empedrar ao ficar muito tempo guardado, além de estar sujeito ao comprometimento de sua qualidade, em função de condições desfavoráveis de armazenamento.
A areia pode ser grossa, fina ou misturada e deve ser adquirida de acordo com a necessidade da obra. Pode ser vendida em grandes quantidades, por metro cúbico, ou em pequenas embalagens plásticas. Evite comprar areia quando ela estiver úmida, pois isso pode alterar a sua quantidade. Verifique também se não há terra ou pó de serragem misturados à areia, o que poderá provocar problemas na obra.
• Tijolo e bloco
Tijolos e blocos possuem medidas específicas que podem ser obtidas junto ao Instituto de Pesos e Medidas (Ipem).
• Material hidráulico
Consulte um encanador para saber quais são os produtos mais adequados para sua casa. Certifique-se de que as conexões adquiridas sejam adequadas às tubulações, para evitar problemas. Atenção para as metragens: algumas lojas fornecem o preço do metro, mas somente comercializam barras inteiras, com três ou cinco metros.
• Lajes
Verifique se as vigas têm a identificação e as marcas do fabricante para facilitar a montagem. Solicite o manual de instruções e observe se as medidas são adequadas para o tipo de construção.
• Dispositivos elétricos
Saiba que esses materiais devem conter o nome do fabricante bem como a tensão a que se destinam. As partes condutoras de energia elétrica devem ser de cobre ou liga de cobre, não podendo conter material ferroso. A presença de material ferroso no produto pode ser testada através de um imã. Somente os parafusos, rebites, ilhoses, pinos, molas e dispositivos destinados exclusivamente à fixação das partes condutoras ao corpo do produto, ou do condutor ao terminal, podem ser desse material.
• Cimento e areia
Verifique o prazo de validade na embalagem do cimento, evitando adquiri-lo com muita antecedência. É comum esse material empedrar ao ficar muito tempo guardado, além de estar sujeito ao comprometimento de sua qualidade, em função de condições desfavoráveis de armazenamento.
A areia pode ser grossa, fina ou misturada e deve ser adquirida de acordo com a necessidade da obra. Pode ser vendida em grandes quantidades, por metro cúbico, ou em pequenas embalagens plásticas. Evite comprar areia quando ela estiver úmida, pois isso pode alterar a sua quantidade. Verifique também se não há terra ou pó de serragem misturados à areia, o que poderá provocar problemas na obra.
• Tijolo e bloco
Tijolos e blocos possuem medidas específicas que podem ser obtidas junto ao Instituto de Pesos e Medidas (Ipem).
• Material hidráulico
Consulte um encanador para saber quais são os produtos mais adequados para sua casa. Certifique-se de que as conexões adquiridas sejam adequadas às tubulações, para evitar problemas. Atenção para as metragens: algumas lojas fornecem o preço do metro, mas somente comercializam barras inteiras, com três ou cinco metros.
• Lajes
Verifique se as vigas têm a identificação e as marcas do fabricante para facilitar a montagem. Solicite o manual de instruções e observe se as medidas são adequadas para o tipo de construção.
• Dispositivos elétricos
Saiba que esses materiais devem conter o nome do fabricante bem como a tensão a que se destinam. As partes condutoras de energia elétrica devem ser de cobre ou liga de cobre, não podendo conter material ferroso. A presença de material ferroso no produto pode ser testada através de um imã. Somente os parafusos, rebites, ilhoses, pinos, molas e dispositivos destinados exclusivamente à fixação das partes condutoras ao corpo do produto, ou do condutor ao terminal, podem ser desse material.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Dicas ao comprar Imóveis na planta
Ao se interessar por um imóvel na planta, procure verificar a qualidade de construção de outros imóveis da construtora. Se possível, converse com moradores ou com o síndico. No stand de vendas, observe na planta de edificação a exata localização da unidade pretendida – se é de frente, de fundos, sua ventilação, incidência de luz, do sol etc. No memorial descritivo, identifique a marca e a qualidade dos materiais e equipamentos a serem utilizados – elevador, azulejos, piso, metais etc.
Informe-se sobre o regime de construção: se for por empreitada, o preço é fechado mas sujeito a reajustes; se for por administração, também conhecido como preço de custo, o valor efetivo da obra será repassado aos adquirentes, acrescido de um valor a título de taxa de administração.
Anote tudo sobre as condições oferecidas: entrada, prestações intermediárias, índices e periodicidade de reajustes, entrega das chaves e projeção do valor da prestação com a aplicação de juros, no caso de financiamento. Saiba que, além dos juros, haverá correção por índice contratado. Se a obra for financiada por agente do Sistema Financeiro de Habitação, o índice deverá estar identificado.
Verifique se o preço total e se os valores apresentados estão atualizados para a data de assinatura do contrato. Observe o prazo para o início e o término da obra, bem como a existência de multa por atraso na entrega.
Verifique se o projeto de incorporação está devidamente aprovado pela prefeitura e registrado no Cartório de Registro de Imóveis competente. Informe-se sobre quem são os profissionais responsáveis pelo empreendimento, inclusive solicitando informações sobre eles junto ao Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea).
Ao assinar o contrato, certifique-se de que as cláusulas são as mesmas da proposta ou minuta. Risque todos os espaços em branco. O documento deve apresentar os dados do incorporador e do vendedor, valor total do imóvel, forma de pagamento ou de financiamento, índice e periodicidade de reajuste (anual, segundo a legislação em vigor), local de pagamento, penalidades no atraso de pagamento de parcelas (a multa é de até 2%), valor do sinal antecipado, indicação da unidade privativa e garagem adquiridas – localização, metragem total, área privativa, comum, de garagem etc.
Na compra de imóvel na planta, o contrato deverá informar também o prazo para o início e a entrega da obra. A multa por atraso na entrega deve estar incluída nas cláusulas desse documento. O Memorial Descritivo deverá estar anexado ao contrato e informar tudo o que o imóvel deverá ter depois de pronto, inclusive, o que se referir ao acabamento.
Verifique se há prazo de carência, período em que o incorporador poderá desistir do empreendimento bem como a época e a forma de cessão de direitos ou transferência do contrato. Atenção para os valores a serem pagos na entrega das chaves e para a vistoria do imóvel, que deve ser feita após a expedição do auto de conclusão – habite-se. A liberação de financiamento ao consumidor também depende da expedição do habite-se. Informe-se sobre os casos possíveis de rescisão e se estão fixadas as condições para devolução dos valores pagos, no caso de inadimplência do adquirente.
Ao assinar o contrato, lembre-se de rubricar todas as páginas. Solicite que o contrato seja assinado na presença de testemunhas qualificadas e do vendedor. Exija, na hora, uma via do contrato original e guarde-a com você, reconhecendo as firmas de todas as assinaturas. Posteriormente, registre-o no Cartório de Registro de Imóveis competente.
Informe-se sobre o regime de construção: se for por empreitada, o preço é fechado mas sujeito a reajustes; se for por administração, também conhecido como preço de custo, o valor efetivo da obra será repassado aos adquirentes, acrescido de um valor a título de taxa de administração.
Anote tudo sobre as condições oferecidas: entrada, prestações intermediárias, índices e periodicidade de reajustes, entrega das chaves e projeção do valor da prestação com a aplicação de juros, no caso de financiamento. Saiba que, além dos juros, haverá correção por índice contratado. Se a obra for financiada por agente do Sistema Financeiro de Habitação, o índice deverá estar identificado.
Verifique se o preço total e se os valores apresentados estão atualizados para a data de assinatura do contrato. Observe o prazo para o início e o término da obra, bem como a existência de multa por atraso na entrega.
Verifique se o projeto de incorporação está devidamente aprovado pela prefeitura e registrado no Cartório de Registro de Imóveis competente. Informe-se sobre quem são os profissionais responsáveis pelo empreendimento, inclusive solicitando informações sobre eles junto ao Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea).
Ao assinar o contrato, certifique-se de que as cláusulas são as mesmas da proposta ou minuta. Risque todos os espaços em branco. O documento deve apresentar os dados do incorporador e do vendedor, valor total do imóvel, forma de pagamento ou de financiamento, índice e periodicidade de reajuste (anual, segundo a legislação em vigor), local de pagamento, penalidades no atraso de pagamento de parcelas (a multa é de até 2%), valor do sinal antecipado, indicação da unidade privativa e garagem adquiridas – localização, metragem total, área privativa, comum, de garagem etc.
Na compra de imóvel na planta, o contrato deverá informar também o prazo para o início e a entrega da obra. A multa por atraso na entrega deve estar incluída nas cláusulas desse documento. O Memorial Descritivo deverá estar anexado ao contrato e informar tudo o que o imóvel deverá ter depois de pronto, inclusive, o que se referir ao acabamento.
Verifique se há prazo de carência, período em que o incorporador poderá desistir do empreendimento bem como a época e a forma de cessão de direitos ou transferência do contrato. Atenção para os valores a serem pagos na entrega das chaves e para a vistoria do imóvel, que deve ser feita após a expedição do auto de conclusão – habite-se. A liberação de financiamento ao consumidor também depende da expedição do habite-se. Informe-se sobre os casos possíveis de rescisão e se estão fixadas as condições para devolução dos valores pagos, no caso de inadimplência do adquirente.
Ao assinar o contrato, lembre-se de rubricar todas as páginas. Solicite que o contrato seja assinado na presença de testemunhas qualificadas e do vendedor. Exija, na hora, uma via do contrato original e guarde-a com você, reconhecendo as firmas de todas as assinaturas. Posteriormente, registre-o no Cartório de Registro de Imóveis competente.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Dicas na compra de Imóveis usados
O comprador deve verificar se há ações propostas contra o proprietário do imóvel e, em caso positivo, saber se a dívida compromete o bem. Para isso é necessário solicitar uma certidão junto ao Foro Central e na Justiça Federal. Se a propriedade em questão for em cidade diferente de onde reside o dono, a pesquisa deverá ser efetuada nos dois locais.
Solicite ao vendedor uma Certidão Vintenária com negativa de ônus e alienação atualizada. Esta certidão é fornecida pelo Cartório de Registro de Imóveis da região e informa sobre os últimos 20 anos do imóvel, se ele está hipotecado ou se faz parte de alguma herança. Em se tratando de condomínio, é necessária também uma declaração negativa de débitos junto ao mesmo.
Fique atento também, quanto à existência de débito relativo a Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Peça ao proprietário que apresente uma certidão negativa de débito (CND) expedida pela prefeitura da cidade onde se localiza o imóvel em questão.
Outro cuidado relevante é saber se o imóvel está atrelado a financiamento por meio de agente financeiro, em caso positivo, se há pendências e quais as condições de transferência do contrato.
Solicite ao vendedor uma Certidão Vintenária com negativa de ônus e alienação atualizada. Esta certidão é fornecida pelo Cartório de Registro de Imóveis da região e informa sobre os últimos 20 anos do imóvel, se ele está hipotecado ou se faz parte de alguma herança. Em se tratando de condomínio, é necessária também uma declaração negativa de débitos junto ao mesmo.
Fique atento também, quanto à existência de débito relativo a Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Peça ao proprietário que apresente uma certidão negativa de débito (CND) expedida pela prefeitura da cidade onde se localiza o imóvel em questão.
Outro cuidado relevante é saber se o imóvel está atrelado a financiamento por meio de agente financeiro, em caso positivo, se há pendências e quais as condições de transferência do contrato.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Dicas importantes para compra de Terrenos e Loteamentos
Jamais compre um lote sem vê-lo. Visite o local antes de fechar o negócio ou de antecipar qualquer valor ao vendedor, mesmo que seja somente uma entrada, reserva ou sinal. Localize o terreno na planta aprovada pela prefeitura, verificando a infra-estrutura e os serviços existentes, como ruas abertas, demarcação de lotes, transporte, rede de água e energia elétrica, etc. Avalie se o que existe atende às suas necessidades e expectativas.
Redobre sua atenção antes de adquirir terrenos localizados em áreas de proteção de mananciais – áreas legalmente protegidas como represas, rios, nascentes etc., que garantem a preservação dos recursos hídricos destinados, inclusive, ao fornecimento de água potável, que, além de apresentarem restrições de uso, também necessitam de aprovação de órgãos específicos.
Na prefeitura da região, verifique se o loteamento está devidamente aprovado e se o cronograma de obras foi ou está sendo cumprido. Na Secretaria Municipal da Habitação, indague se a área não é de utilidade pública ou de interesse social, casos em que poderão ocorrer desapropriação. Solicite, ainda, certidão negativa de débito de Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU), para evitar surpresas relativas a débitos pendentes do terreno.
No Cartório de Registro de Imóveis, confira se o imóvel está registrado e solicite uma certidão negativa de ônus e alienação, para comprovar que o imóvel está desembaraçado e quem é o verdadeiro proprietário.
Na compra de qualquer tipo de imóvel, leia atentamente o contrato de compra e venda e certifique-se de que as cláusulas traduzem exatamente o que foi ajustado verbalmente, comparando com o que consta da proposta ou minuta do contrato. Risque todos os espaços em branco.
O contrato deve conter os dados pessoais do comprador e do vendedor (nome, RG, CPF e CGC/MF para pessoa jurídica, nacionalidade, estado civil e residência), a área e demais características do imóvel. Outros dados igualmente importantes e obrigatórios são: valor total do imóvel e das prestações, prazo e forma de pagamento, periodicidade (anual, segundo a legislação em vigor) e índice de reajuste, eventual incidência de juros, local de pagamento, penalidades no atraso do pagamento de parcelas, valor do sinal antecipado e todas as condições prometidas pelo vendedor. O contrato deve ser assinado e datado. Uma cópia é do comprador, que deverá registrá-la de imediato no Cartório de Imóveis da região.
Após o pagamento integral do lote leve todos os seus documentos pessoais, além do contrato e recibos, ao Tabelionato de Notas que lavrará a escritura. Em seguida, registre a escritura no Cartório de Registro de Imóveis da região. Por fim, na prefeitura, peça por escrito a alteração do lançamento do imposto territorial para seu nome, fornecendo o endereço para o recebimento do carnê. Se pretender construir, oriente-se junto à prefeitura local como obter as devidas autorizações.
Redobre sua atenção antes de adquirir terrenos localizados em áreas de proteção de mananciais – áreas legalmente protegidas como represas, rios, nascentes etc., que garantem a preservação dos recursos hídricos destinados, inclusive, ao fornecimento de água potável, que, além de apresentarem restrições de uso, também necessitam de aprovação de órgãos específicos.
Na prefeitura da região, verifique se o loteamento está devidamente aprovado e se o cronograma de obras foi ou está sendo cumprido. Na Secretaria Municipal da Habitação, indague se a área não é de utilidade pública ou de interesse social, casos em que poderão ocorrer desapropriação. Solicite, ainda, certidão negativa de débito de Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU), para evitar surpresas relativas a débitos pendentes do terreno.
No Cartório de Registro de Imóveis, confira se o imóvel está registrado e solicite uma certidão negativa de ônus e alienação, para comprovar que o imóvel está desembaraçado e quem é o verdadeiro proprietário.
Na compra de qualquer tipo de imóvel, leia atentamente o contrato de compra e venda e certifique-se de que as cláusulas traduzem exatamente o que foi ajustado verbalmente, comparando com o que consta da proposta ou minuta do contrato. Risque todos os espaços em branco.
O contrato deve conter os dados pessoais do comprador e do vendedor (nome, RG, CPF e CGC/MF para pessoa jurídica, nacionalidade, estado civil e residência), a área e demais características do imóvel. Outros dados igualmente importantes e obrigatórios são: valor total do imóvel e das prestações, prazo e forma de pagamento, periodicidade (anual, segundo a legislação em vigor) e índice de reajuste, eventual incidência de juros, local de pagamento, penalidades no atraso do pagamento de parcelas, valor do sinal antecipado e todas as condições prometidas pelo vendedor. O contrato deve ser assinado e datado. Uma cópia é do comprador, que deverá registrá-la de imediato no Cartório de Imóveis da região.
Após o pagamento integral do lote leve todos os seus documentos pessoais, além do contrato e recibos, ao Tabelionato de Notas que lavrará a escritura. Em seguida, registre a escritura no Cartório de Registro de Imóveis da região. Por fim, na prefeitura, peça por escrito a alteração do lançamento do imposto territorial para seu nome, fornecendo o endereço para o recebimento do carnê. Se pretender construir, oriente-se junto à prefeitura local como obter as devidas autorizações.
O Contrato de Incorporação Imobiliária
PRECEDENTES HISTÓRICOS - O Contrato de Incorporação Imobiliária nasceu como um instrumento de combate às fraudes que estavam acontecendo nas décadas de 1950 e 1960, principalmente no eixo Rio – São Paulo, onde eram rotineiras as vendas de imóveis em construção que não eram entregues ou o eram, mas com imóveis diferentes dos prometidos. Então surgiu a Lei 4.591/64 de 16 de dezembro 1964. Desta forma todos os estudiosos da matéria reconhecem ter sido esta uma das primeiras leis de defesa do consumidor, quando pouco se falava deste assunto.
Esta providência trouxe uma serie de conseqüências no negócio imobiliário de Compra e Venda, pois tornou necessária a comprovação de várias condições como, projeto aprovado, terreno regularizado, demonstração da situação fiscal e processual da empresa, a perfeita medição e especificação da obra, etc.
E como todo contrato, este se atém às normas do Código de Defesa do Consumidor e as novas estipulações contratuais previstas na Lei 10.406 de 10.1.2002 ou seja do Novo Código Civil.
CONCEITUAÇÃO - Todo condomínio, edificação de mais de uma unidade, vertical ou horizontal, com a venda de suas unidades, para entrega futura, obriga o Incorporador / Construtor a realizar a INCORPORAÇÃO do mesmo, inclusive nas incorporações chamadas de Condomínio Fechado.
Esta obrigação tem por objetivo maior, proteger o consumidor, ou adquirente de uma ou mais de suas unidades.
Trata-se de um Contrato tipo nominado, bilateral, oneroso e real, ou seja: a) nominado: possui um título que exprime o negócio pretendido; b) bilateral: estabelece direitos e obrigações para as partes contratantes; c) oneroso: existe valor expresso na negociação e, d) real: refere-se a bens de raiz – bens imóveis. São partes desse negócio jurídico, de um lado o incorporador e de outro lado o adquirente.
VANTAGENS - São pouco divulgadas as vantagens do Contrato de Incorporação, que muitas vezes não são aproveitadas e utilizadas. Consistem na clareza negocial e na possibilidade de aproveitamento da legislação federal para sanar lacunas na legislação municipal, bem como aclarar situações construtivas.
Entre as vantagens que podemos usufruir estão as seguintes:
- Ajuda a que seja feito um planejamento da obra, com a aprovação dos projetos, orçamento, especificações técnicas, etc.
- Fomenta a legalização do terreno, e o seu levantamento histórico vintenário, previamente.
- Faz uma compatibilização de dados legais registrais com os do projeto e do Alvará de Construção.
- Faz o ajuste de todos os aspectos legais com antecedência, evitando desgastes junto aos clientes no fim das obras e inclusive permitindo correções de dados administrativamente, de forma simples mas que após o “Habite-se” tornam-se de difícil solução, normalmente por via judicial, pois o “Habite-se” significa o fim de um processo construtivo.
- Protege o Incorporador de ações judiciais, às quais fica exposto pela falta da Incorporação, como a nulidade de todos os contratos firmados, devolução de valores recebidos e multas adicionais de perdas e danos, inclusive danos morais.
- Traz toda a segurança negocial para ambas as partes, possibilitando financiamentos bancários, os quais hoje têm as melhores taxas do mercado e um financiamento a longo prazo, para a construção e/ou financiamento ao comprador.
– Permite a transferência do imóvel para o comprador, registrada em caráter definitivo no Registro de Imóveis através da fidúcia imobiliária, antes da conclusão da obra. Tal fato deixa o comprador imune a falências, hipotecas e todas as ações que possam ser impetradas contra o Incorporador no futuro.
- O Promitente Comprador pode antes concretizar o negócio saber que:
Pelo menos naquele momento a saúde financeira da empresa é normal;
A posse do terreno estará bem definida;
O projeto da edificação foi realmente aprovado;
A planta arquitetônica de sua unidade, é aquela que lhe foi apresentada;
Já estará definido com clareza os materiais e acabamentos;
Que usos a edificação terá no todo, e quais são as suas áreas comuns e privativas.
SÍNTESE CONCEITUAL - É necessário que se tenha em mente que o Contrato de Incorporação deve exceder largamente às exigências cartorárias, e que ultrapassar o mínimo exigido nos Registros Imobiliários é obrigatório, para estabelecer normas contratuais e de convivência, que defendam tanto o Incorporador como Comprador, bem como servir de base para os contratos de Compra e Venda..
Tenha-se em vista que o Novo Código Civil reforça largamente o Código de Defesa do Consumidor, declara, repete e insiste em dizer que o Contrato dúbio, sem conteúdo, sem informações, sujeita o contratante a todo tipo de penalidade em salvaguarda do comprador que não obteve as informações completas e adequadas, cabendo ao Vendedor / Incorporador provar o contrário.
Algumas construtoras, estão vendendo aptos em nossa cidade sem estar incorporado, cometendo crimes(para não pagarem impostos e debentures) fiquem atentos consumidores! Procure seus direitos! Pois se não esta incorporado você esta em risco!
Esta providência trouxe uma serie de conseqüências no negócio imobiliário de Compra e Venda, pois tornou necessária a comprovação de várias condições como, projeto aprovado, terreno regularizado, demonstração da situação fiscal e processual da empresa, a perfeita medição e especificação da obra, etc.
E como todo contrato, este se atém às normas do Código de Defesa do Consumidor e as novas estipulações contratuais previstas na Lei 10.406 de 10.1.2002 ou seja do Novo Código Civil.
CONCEITUAÇÃO - Todo condomínio, edificação de mais de uma unidade, vertical ou horizontal, com a venda de suas unidades, para entrega futura, obriga o Incorporador / Construtor a realizar a INCORPORAÇÃO do mesmo, inclusive nas incorporações chamadas de Condomínio Fechado.
Esta obrigação tem por objetivo maior, proteger o consumidor, ou adquirente de uma ou mais de suas unidades.
Trata-se de um Contrato tipo nominado, bilateral, oneroso e real, ou seja: a) nominado: possui um título que exprime o negócio pretendido; b) bilateral: estabelece direitos e obrigações para as partes contratantes; c) oneroso: existe valor expresso na negociação e, d) real: refere-se a bens de raiz – bens imóveis. São partes desse negócio jurídico, de um lado o incorporador e de outro lado o adquirente.
VANTAGENS - São pouco divulgadas as vantagens do Contrato de Incorporação, que muitas vezes não são aproveitadas e utilizadas. Consistem na clareza negocial e na possibilidade de aproveitamento da legislação federal para sanar lacunas na legislação municipal, bem como aclarar situações construtivas.
Entre as vantagens que podemos usufruir estão as seguintes:
- Ajuda a que seja feito um planejamento da obra, com a aprovação dos projetos, orçamento, especificações técnicas, etc.
- Fomenta a legalização do terreno, e o seu levantamento histórico vintenário, previamente.
- Faz uma compatibilização de dados legais registrais com os do projeto e do Alvará de Construção.
- Faz o ajuste de todos os aspectos legais com antecedência, evitando desgastes junto aos clientes no fim das obras e inclusive permitindo correções de dados administrativamente, de forma simples mas que após o “Habite-se” tornam-se de difícil solução, normalmente por via judicial, pois o “Habite-se” significa o fim de um processo construtivo.
- Protege o Incorporador de ações judiciais, às quais fica exposto pela falta da Incorporação, como a nulidade de todos os contratos firmados, devolução de valores recebidos e multas adicionais de perdas e danos, inclusive danos morais.
- Traz toda a segurança negocial para ambas as partes, possibilitando financiamentos bancários, os quais hoje têm as melhores taxas do mercado e um financiamento a longo prazo, para a construção e/ou financiamento ao comprador.
– Permite a transferência do imóvel para o comprador, registrada em caráter definitivo no Registro de Imóveis através da fidúcia imobiliária, antes da conclusão da obra. Tal fato deixa o comprador imune a falências, hipotecas e todas as ações que possam ser impetradas contra o Incorporador no futuro.
- O Promitente Comprador pode antes concretizar o negócio saber que:
Pelo menos naquele momento a saúde financeira da empresa é normal;
A posse do terreno estará bem definida;
O projeto da edificação foi realmente aprovado;
A planta arquitetônica de sua unidade, é aquela que lhe foi apresentada;
Já estará definido com clareza os materiais e acabamentos;
Que usos a edificação terá no todo, e quais são as suas áreas comuns e privativas.
SÍNTESE CONCEITUAL - É necessário que se tenha em mente que o Contrato de Incorporação deve exceder largamente às exigências cartorárias, e que ultrapassar o mínimo exigido nos Registros Imobiliários é obrigatório, para estabelecer normas contratuais e de convivência, que defendam tanto o Incorporador como Comprador, bem como servir de base para os contratos de Compra e Venda..
Tenha-se em vista que o Novo Código Civil reforça largamente o Código de Defesa do Consumidor, declara, repete e insiste em dizer que o Contrato dúbio, sem conteúdo, sem informações, sujeita o contratante a todo tipo de penalidade em salvaguarda do comprador que não obteve as informações completas e adequadas, cabendo ao Vendedor / Incorporador provar o contrário.
Algumas construtoras, estão vendendo aptos em nossa cidade sem estar incorporado, cometendo crimes(para não pagarem impostos e debentures) fiquem atentos consumidores! Procure seus direitos! Pois se não esta incorporado você esta em risco!
terça-feira, 19 de outubro de 2010
ADIT apresenta nos Estados Unidos e Europa as oportunidades de investimento do mercado imobiliário brasileiro
Fonte: ADIT. Por: Karina Moraes. | quinta-feira, 14 de outubro de 2010 15:18
Apresentar as oportunidades de investimentos do mercado imobiliário brasileiro, mostrar projetos de empresários brasileiros que procuram parceiros internacionais para viabilizar seus empreendimentos e contar a história de sucesso dos investidores estrangeiros que apostaram no Brasil. Esses são alguns dos objetivos do seminário internacional Brazil Investment Connection, evento realizado pela ADIT Brasil nos Estados Unidos e Europa nos próximos meses de outubro e novembro.
O Brazil Investment Connection será realizado em quatro edições: Londres (13 de outubro), Lisboa (22 de outubro), Madrid (19 de outubro) e Nova York (03 de novembro). É um seminário, com duração de um dia, em que os empresários desses países terão a oportunidade de conhecer e aprender com autoridades e empresários brasileiros quais as reais oportunidades de investimentos Brasil, bem como o que fazer para entrar no País e quais cuidados devem ter.
“O mercado imobiliário brasileiro está repleto de oportunidades de investimentos. Os investidores já sabem que o Brasil é um dos melhores destinos para investir. Esses seminários terão o objetivo de mostrar, de maneira clara, onde estão essas oportunidades, quais os cuidados que devem ter ao entrar no Brasil e como a ADIT pode ajudá-los”, explica Felipe Cavalcante.
Agência de Investimentos
Aproveitando a oportunidade dos seminários internacionais, Luiz Lessa, diretor de investimentos da ADIT Brasil, irá reunir-se com alguns empresários locais de cada país para mostrar seu portfólio de projetos brasileiros que estão buscando recursos financeiros para viabilizar seus empreendimentos.
“Temos ótimas oportunidades de negócios para quem quer investir no Brasil, principalmente para aqueles que desejam fazer parcerias com empresários brasileiros. Na minha carteira de projetos estou levando as mais variadas oportunidades de investimentos que vão desde projetos do segmento residencial, passando por empreendimentos comerciais, logísticos e shopping centers,”, afirmou Lessa.
Mais informações sobre os seminários acesse: www.adit.com.br/events
ADIT Brasil
A ADIT Brasil – Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil – representa o Brasil sob a ótica de atração de investimentos internacionais. Focada na geração de negócios, a entidade é a ponte entre o empresário brasileiro e o investidor internacional e o link entre o mercado financeiro e mercado imobiliário.
A entidade possui uma Agência de Investimentos, unidade de negócios focada na estruturação de projetos imobiliários através da captação de recursos junto ao mercado financeiro. A Agência estrutura projetos de base imobiliária incluindo habitação, hotelaria, edifícios comerciais, shopping centers, centros logísticos e imobiliário-turístico. A Agência tem um perfil diversificado, centrando em uma relação baseada na competência e transparência. Seu foco é apoiar e orientar de forma segura futuros projetos de investimentos no Brasil.
A ADIT Brasil também criou uma Diretoria de Meio Ambiente e Sustentabilidade que acompanha de perto as questões ambientais que afetam, direta e indiretamente, os empresários do setor imobiliário e turístico.
Entre seus sócios estão empresas ligadas à construção, hotelaria, fundos de investimentos, imobiliárias, consultores, escritórios jurídicos e de arquitetura, como o Grupo Pestana, Iberostar, Odebrecht, Pricewaterhouse Coopers, Accor Hospitality, CB Richard Ellis, Cushman & Wakefield, entre outros
Apresentar as oportunidades de investimentos do mercado imobiliário brasileiro, mostrar projetos de empresários brasileiros que procuram parceiros internacionais para viabilizar seus empreendimentos e contar a história de sucesso dos investidores estrangeiros que apostaram no Brasil. Esses são alguns dos objetivos do seminário internacional Brazil Investment Connection, evento realizado pela ADIT Brasil nos Estados Unidos e Europa nos próximos meses de outubro e novembro.
O Brazil Investment Connection será realizado em quatro edições: Londres (13 de outubro), Lisboa (22 de outubro), Madrid (19 de outubro) e Nova York (03 de novembro). É um seminário, com duração de um dia, em que os empresários desses países terão a oportunidade de conhecer e aprender com autoridades e empresários brasileiros quais as reais oportunidades de investimentos Brasil, bem como o que fazer para entrar no País e quais cuidados devem ter.
“O mercado imobiliário brasileiro está repleto de oportunidades de investimentos. Os investidores já sabem que o Brasil é um dos melhores destinos para investir. Esses seminários terão o objetivo de mostrar, de maneira clara, onde estão essas oportunidades, quais os cuidados que devem ter ao entrar no Brasil e como a ADIT pode ajudá-los”, explica Felipe Cavalcante.
Agência de Investimentos
Aproveitando a oportunidade dos seminários internacionais, Luiz Lessa, diretor de investimentos da ADIT Brasil, irá reunir-se com alguns empresários locais de cada país para mostrar seu portfólio de projetos brasileiros que estão buscando recursos financeiros para viabilizar seus empreendimentos.
“Temos ótimas oportunidades de negócios para quem quer investir no Brasil, principalmente para aqueles que desejam fazer parcerias com empresários brasileiros. Na minha carteira de projetos estou levando as mais variadas oportunidades de investimentos que vão desde projetos do segmento residencial, passando por empreendimentos comerciais, logísticos e shopping centers,”, afirmou Lessa.
Mais informações sobre os seminários acesse: www.adit.com.br/events
ADIT Brasil
A ADIT Brasil – Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil – representa o Brasil sob a ótica de atração de investimentos internacionais. Focada na geração de negócios, a entidade é a ponte entre o empresário brasileiro e o investidor internacional e o link entre o mercado financeiro e mercado imobiliário.
A entidade possui uma Agência de Investimentos, unidade de negócios focada na estruturação de projetos imobiliários através da captação de recursos junto ao mercado financeiro. A Agência estrutura projetos de base imobiliária incluindo habitação, hotelaria, edifícios comerciais, shopping centers, centros logísticos e imobiliário-turístico. A Agência tem um perfil diversificado, centrando em uma relação baseada na competência e transparência. Seu foco é apoiar e orientar de forma segura futuros projetos de investimentos no Brasil.
A ADIT Brasil também criou uma Diretoria de Meio Ambiente e Sustentabilidade que acompanha de perto as questões ambientais que afetam, direta e indiretamente, os empresários do setor imobiliário e turístico.
Entre seus sócios estão empresas ligadas à construção, hotelaria, fundos de investimentos, imobiliárias, consultores, escritórios jurídicos e de arquitetura, como o Grupo Pestana, Iberostar, Odebrecht, Pricewaterhouse Coopers, Accor Hospitality, CB Richard Ellis, Cushman & Wakefield, entre outros
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Avaliar histórico na hora da compra pode evitar problemas com justiça
Por: Equipe InfoMoney
18/10/10 - 14h16
InfoMoney
SÃO PAULO – Comprar um imóvel sem antes “investigar” a sua procedência pode trazer dores de cabeça incontáveis para o consumidor. Entenda-se por problemas com a justiça.
No caso de o comprador não provar que adquiriu o imóvel sem saber da existência da irregularidade, todo o ônus desse processo será destinado a ele, tendo ainda de se submeter aos efeitos da decisão tomada pela justiça.
“O adquirente de qualquer imóvel deve acautelar-se, obtendo certidões dos cartórios distribuidores judiciais que lhe permitam verificar a existência de processos envolvendo o vendedor, dos quais possam decorrer ônus (ainda que potenciais) sobre o imóvel negociado”, afirmou a ministra Nancy Andrighi, relatora de um recurso cujo autor tentava evitar a perda do apartamento que havia adquirido de um banco.
Problema
Em 1986, um casal do Rio de Janeiro teve um dívida executada pela CEF (Caixa Economia Federal), que levou o apartamento a leilão. O Banco Morada S/A arrematou o imóvel, no entanto, o casal entrou na Justiça e quase seis anos depois conseguiu anular os efeitos da compra.
Mesmo com a sentença anulada, o Banco Morada assinou, já em 1996, contrato de promessa de venda com outra pessoa, negócio este que foi concluído em 2001.
Anos depois, em 2007, o casal obteve decisão favorável à reintegração na posse do imóvel e ao cancelamento de quaisquer registros de transferência da propriedade para terceiros.
De acordo com o Código de Processo Civil, o comprador de um imóvel sob litígio, sabendo ou não da irregularidade, deve responder pelas consequencias judiciais que a compra pode trazer.
Segundo a ministra Nancy Andrighi, essa regra deve ser atenuada para se proteger o direito do comprador que agiu de boa-fé, “mas apenas quando for evidenciado que sua conduta tendeu à efetiva apuração da eventual litigiosidade da coisa adquirida”.
Legislação
Desde 1985, para a transferência de imóveis em cartório, a legislação exige que sejam apresentadas certidões sobre existência ou não de processos envolvendo o bem objeto da transação e as pessoas dos vendedores.
“Não é crível que a pessoa que adquire imóvel desconheça a existência da ação distribuída em nome do proprietário, sobretudo se o processo envolve o próprio bem”, acrescentou a relatora. Ela disse ainda que “só se pode considerar de boa-fé o comprador que adota mínimas cautelas para a segurança jurídica da sua aquisição”.
18/10/10 - 14h16
InfoMoney
SÃO PAULO – Comprar um imóvel sem antes “investigar” a sua procedência pode trazer dores de cabeça incontáveis para o consumidor. Entenda-se por problemas com a justiça.
No caso de o comprador não provar que adquiriu o imóvel sem saber da existência da irregularidade, todo o ônus desse processo será destinado a ele, tendo ainda de se submeter aos efeitos da decisão tomada pela justiça.
“O adquirente de qualquer imóvel deve acautelar-se, obtendo certidões dos cartórios distribuidores judiciais que lhe permitam verificar a existência de processos envolvendo o vendedor, dos quais possam decorrer ônus (ainda que potenciais) sobre o imóvel negociado”, afirmou a ministra Nancy Andrighi, relatora de um recurso cujo autor tentava evitar a perda do apartamento que havia adquirido de um banco.
Problema
Em 1986, um casal do Rio de Janeiro teve um dívida executada pela CEF (Caixa Economia Federal), que levou o apartamento a leilão. O Banco Morada S/A arrematou o imóvel, no entanto, o casal entrou na Justiça e quase seis anos depois conseguiu anular os efeitos da compra.
Mesmo com a sentença anulada, o Banco Morada assinou, já em 1996, contrato de promessa de venda com outra pessoa, negócio este que foi concluído em 2001.
Anos depois, em 2007, o casal obteve decisão favorável à reintegração na posse do imóvel e ao cancelamento de quaisquer registros de transferência da propriedade para terceiros.
De acordo com o Código de Processo Civil, o comprador de um imóvel sob litígio, sabendo ou não da irregularidade, deve responder pelas consequencias judiciais que a compra pode trazer.
Segundo a ministra Nancy Andrighi, essa regra deve ser atenuada para se proteger o direito do comprador que agiu de boa-fé, “mas apenas quando for evidenciado que sua conduta tendeu à efetiva apuração da eventual litigiosidade da coisa adquirida”.
Legislação
Desde 1985, para a transferência de imóveis em cartório, a legislação exige que sejam apresentadas certidões sobre existência ou não de processos envolvendo o bem objeto da transação e as pessoas dos vendedores.
“Não é crível que a pessoa que adquire imóvel desconheça a existência da ação distribuída em nome do proprietário, sobretudo se o processo envolve o próprio bem”, acrescentou a relatora. Ela disse ainda que “só se pode considerar de boa-fé o comprador que adota mínimas cautelas para a segurança jurídica da sua aquisição”.
sábado, 16 de outubro de 2010
Proprietário que não acompanha locação pode ter surpresa no final do contrato
Por: Equipe InfoMoney
15/10/10 - 10h33
InfoMoney
SÃO PAULO – A atenção do proprietário de um imóvel deve permanecer redobrada durante o período vigente do contrato de aluguel, entre ele e o inquilino. O objetivo é não sofrer com surpresas no decorrer de todo o processo de locação.
De acordo com a empresa de administração imobiliária Lello Imóveis, os locatários precisam se policiar em assuntos que muitas vezes acabam sendo deixados de lado, como o recolhimento do IPTU, água, luz, gás e condomínio.
“Se o inquilino não pagar o IPTU, por exemplo, vira dívida ativa do Município e como a carta da Prefeitura é endereçada ao imóvel alugado, o locador pode nem tomar conhecimento do problema e acumular uma dívida significativa junto aos cofres públicos”, afirma a diretora da Lello Imóveis, Roseli Hernandes.
Cuidados
Entre os cuidados mais importantes que o proprietário deve tomar está a transferência de contas de água, luz e gás para o nome do inquilino, uma vez que esses encargos passam a ser de responsabilidade do morador do imóvel.
A falta de acompanhamento adequado em relação ao pagamento dessas despesas pode trazer sérios transtornos e onerosos gastos ao locador, durante o processo completo da locação.
15/10/10 - 10h33
InfoMoney
SÃO PAULO – A atenção do proprietário de um imóvel deve permanecer redobrada durante o período vigente do contrato de aluguel, entre ele e o inquilino. O objetivo é não sofrer com surpresas no decorrer de todo o processo de locação.
De acordo com a empresa de administração imobiliária Lello Imóveis, os locatários precisam se policiar em assuntos que muitas vezes acabam sendo deixados de lado, como o recolhimento do IPTU, água, luz, gás e condomínio.
“Se o inquilino não pagar o IPTU, por exemplo, vira dívida ativa do Município e como a carta da Prefeitura é endereçada ao imóvel alugado, o locador pode nem tomar conhecimento do problema e acumular uma dívida significativa junto aos cofres públicos”, afirma a diretora da Lello Imóveis, Roseli Hernandes.
Cuidados
Entre os cuidados mais importantes que o proprietário deve tomar está a transferência de contas de água, luz e gás para o nome do inquilino, uma vez que esses encargos passam a ser de responsabilidade do morador do imóvel.
A falta de acompanhamento adequado em relação ao pagamento dessas despesas pode trazer sérios transtornos e onerosos gastos ao locador, durante o processo completo da locação.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Indice de imóveis atualizará balanços e substituirá a TR
Atenção pessoal do financiamento!
O novo Índice Nacional dos Preços de Imóveis, que o governo pretende lançar em 2011, conforme noticiou O GLOBO nesta quarta-feira, deverá ter outra finalidade além do monitoramento do setor imobiliário para evitar bolhas. Ele poderá ser utilizado como índice de atualização monetária do valor das garantias dos imóveis financiados, nos balanços dos bancos. Atualmente, se utiliza o mesmo indexador do contrato habitacional, a TR (Taxa Referencial).
O entendimento de técnicos do governo e do setor privado é que a TR não é um índice adequado, pois não guarda qualquer relação com o comportamento real dos valores dos imóveis. Além disso, em um ambiente de instabilidade, pode gerar distorções e esconder problemas nos balanços das instituições financeiras.
A substituição da TR pelo novo índice não terá impacto para os mutuários, pois os contratos continuarão sendo corrigidos pelo indexador contratado, atualmente a TR. O efeito seria apenas do ponto de vista contábil nos balanços dos bancos.
Segundo técnicos envolvidos nas discussões, a adoção de um índice de preços para corrigir os balanços dos bancos poderia ter evitado, por exemplo, os problemas com financiamentos imobiliários no período de hiperinflação, antes da implantação do Plano Real, em julho de 1994.
Naquela época, os balanços dos bancos informavam que os créditos estavam amparados com folga pelas respectivas garantias (imóveis financiados) - o que não condizia com a realidade. Naquela época, o valor dos imóveis nem de longe acompanhava os índices de inflação e o preço real valor do imóvel era muito inferior ao saldo devedor.
fonte: http://extra.globo.com/
O novo Índice Nacional dos Preços de Imóveis, que o governo pretende lançar em 2011, conforme noticiou O GLOBO nesta quarta-feira, deverá ter outra finalidade além do monitoramento do setor imobiliário para evitar bolhas. Ele poderá ser utilizado como índice de atualização monetária do valor das garantias dos imóveis financiados, nos balanços dos bancos. Atualmente, se utiliza o mesmo indexador do contrato habitacional, a TR (Taxa Referencial).
O entendimento de técnicos do governo e do setor privado é que a TR não é um índice adequado, pois não guarda qualquer relação com o comportamento real dos valores dos imóveis. Além disso, em um ambiente de instabilidade, pode gerar distorções e esconder problemas nos balanços das instituições financeiras.
A substituição da TR pelo novo índice não terá impacto para os mutuários, pois os contratos continuarão sendo corrigidos pelo indexador contratado, atualmente a TR. O efeito seria apenas do ponto de vista contábil nos balanços dos bancos.
Segundo técnicos envolvidos nas discussões, a adoção de um índice de preços para corrigir os balanços dos bancos poderia ter evitado, por exemplo, os problemas com financiamentos imobiliários no período de hiperinflação, antes da implantação do Plano Real, em julho de 1994.
Naquela época, os balanços dos bancos informavam que os créditos estavam amparados com folga pelas respectivas garantias (imóveis financiados) - o que não condizia com a realidade. Naquela época, o valor dos imóveis nem de longe acompanhava os índices de inflação e o preço real valor do imóvel era muito inferior ao saldo devedor.
fonte: http://extra.globo.com/
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Compra de imóvel usado requer avaliação detalhada para evitar problemas
Por: Gladys Ferraz Magalhães
12/10/10 - 14h25
SÃO PAULO – A compra de um imóvel requer pesquisa, responsabilidade e muita paciência, sobretudo quando se trata de uma casa ou apartamento usado.
De acordo com o diretor de comercialização e marketing do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), Luiz Fernando Gambi, a observação detalhada se torna ainda mais importante quando o imóvel tem mais de oito anos de construção, sendo que ela pode, inclusive, ser essencial na decisão de compra.
“Após observar todos os detalhes, a pessoa pode optar por outro imóvel, se ela observar que os gastos com reparos e adaptações são excessivos”, explica.
Além disso, diz ele, a observação detalhada evita possíveis dores de cabeça no futuro.
O que observar?
Ainda segundo Gambi, o ideal é que os compradores procurem profissionais especializados, como corretores, advogados e engenheiros, para analisar e orientar quanto à documentação e à avaliação técnica do imóvel.
Ainda assim, antes de fechar o negócio, analise pacientemente se a propriedade atende às necessidades da sua família. “Às vezes, as pessoas acreditam que derrubando uma parede irão conseguir o espaço ou conforto que desejam, mas não observam se a saída daquela parede vai prejudicar a estrutura do imóvel, e acabam se frustrando ao descobrir isso depois”.
Outro detalhe que pode acabar em frustração envolve a capacidade elétrica da propriedade, que precisa ser verificada para saber se atende à demanda da nova família. Para isso, explica, basta procurar a companhia de energia elétrica que atende a região.
Outras dicas
Observar a potência e localização de tomadas e disjuntores também é importante, bem como, acrescenta o presidente do Cresci -SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo), José Augusto Viana, avaliar atentamente a existência de trincas, umidade, mofo e outros problemas do tipo que podem indicar gastos futuros.
Abaixo, mais algumas dicas:
Visite o imóvel em horários diferentes para observar a movimentação da vizinhança, existência de barulho e a luminosidade da propriedade;
Veja se não há janelas voltadas para outras propriedades, que podem atrapalhar sua privacidade;
Observe a ventilação;
Na garagem, verifique se a vaga é demarcada e se há a necessidade de manobrar outros veículos, lembrando que o fato é um dos principais causadores de conflitos em condomínios;
Verifique o valor e a existência de débitos das contas de consumo, como água e luz; IPTU e condomínio. Neste último caso, veja ainda se há a previsão de reformas nas áreas comuns ou outros gastos que podem elevar o valor da taxa;
Por fim, não se esqueça de ler atentamente o estatuto do condomínio para apurar, por exemplo, se há ou não a permissão de animais de estimação.
12/10/10 - 14h25
SÃO PAULO – A compra de um imóvel requer pesquisa, responsabilidade e muita paciência, sobretudo quando se trata de uma casa ou apartamento usado.
De acordo com o diretor de comercialização e marketing do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), Luiz Fernando Gambi, a observação detalhada se torna ainda mais importante quando o imóvel tem mais de oito anos de construção, sendo que ela pode, inclusive, ser essencial na decisão de compra.
“Após observar todos os detalhes, a pessoa pode optar por outro imóvel, se ela observar que os gastos com reparos e adaptações são excessivos”, explica.
Além disso, diz ele, a observação detalhada evita possíveis dores de cabeça no futuro.
O que observar?
Ainda segundo Gambi, o ideal é que os compradores procurem profissionais especializados, como corretores, advogados e engenheiros, para analisar e orientar quanto à documentação e à avaliação técnica do imóvel.
Ainda assim, antes de fechar o negócio, analise pacientemente se a propriedade atende às necessidades da sua família. “Às vezes, as pessoas acreditam que derrubando uma parede irão conseguir o espaço ou conforto que desejam, mas não observam se a saída daquela parede vai prejudicar a estrutura do imóvel, e acabam se frustrando ao descobrir isso depois”.
Outro detalhe que pode acabar em frustração envolve a capacidade elétrica da propriedade, que precisa ser verificada para saber se atende à demanda da nova família. Para isso, explica, basta procurar a companhia de energia elétrica que atende a região.
Outras dicas
Observar a potência e localização de tomadas e disjuntores também é importante, bem como, acrescenta o presidente do Cresci -SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo), José Augusto Viana, avaliar atentamente a existência de trincas, umidade, mofo e outros problemas do tipo que podem indicar gastos futuros.
Abaixo, mais algumas dicas:
Visite o imóvel em horários diferentes para observar a movimentação da vizinhança, existência de barulho e a luminosidade da propriedade;
Veja se não há janelas voltadas para outras propriedades, que podem atrapalhar sua privacidade;
Observe a ventilação;
Na garagem, verifique se a vaga é demarcada e se há a necessidade de manobrar outros veículos, lembrando que o fato é um dos principais causadores de conflitos em condomínios;
Verifique o valor e a existência de débitos das contas de consumo, como água e luz; IPTU e condomínio. Neste último caso, veja ainda se há a previsão de reformas nas áreas comuns ou outros gastos que podem elevar o valor da taxa;
Por fim, não se esqueça de ler atentamente o estatuto do condomínio para apurar, por exemplo, se há ou não a permissão de animais de estimação.
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